IoT

Quatro etapas para aprimorar a segurança da sua casa inteligente


Escrito por um funcionário da Symantec

 

“IoT” é uma sigla para “Internet das coisas”. E qualquer dispositivo que puder se conectar à Internet e transmitir ou receber dados pode ser considerado “inteligente”. Isso inclui casas inteligentes, também conhecidas como casas conectadas.

Casas inteligentes, nas quais dispositivos IoT como termostatos ou fornos podem ser programados de qualquer lugar, são populares entre consumidores que buscam conveniência. Algumas pessoas, no entanto, podem não perceber que os dispositivos ou aparelhos conectados dos quais passaram a depender podem vazar informações privadas ou serem atacados por hackers. Na pressa de lançar novos produtos, a segurança pode não ser uma prioridade para fabricantes de dispositivos inteligentes. No entanto, estudos recentes indicam que deveria ser, se as empresas quiserem que os consumidores continuem a comprar.

Em janeiro de 2016, a Accenture relatou que 47% dos consumidores disseram que os riscos para a privacidade ou as preocupações com a segurança eram os motivos pelos quais não compravam nada inteligente. Dos consumidores que tinham comprado dispositivos IoT, 18% devolveram o que compraram até se sentirem mais seguros de que suas informações confidenciais não poderiam ser hackeadas.

“As pessoas compram de marcas em que confiam, pois supõem que os produtos serão seguros”, diz Brian Witten, diretor sênior de segurança de IoT da Symantec. No entanto, geralmente essa suposição é incorreta. Embora alguns fabricantes de dispositivos inteligentes incorporem medidas básicas de segurança, como criptografia de senha, nem todos o fazem. Isso significa que, por ora, a melhor forma de garantir a segurança de sua casa inteligente é cuidar dela por conta própria.

Como ajudar a proteger sua casa inteligente

1. Proteja sua rede. Coisas inteligentes precisam se conectar à Internet, e a maioria de nós usa o Wi-Fi para isso. Se a rede Wi-Fi da sua casa não for segura, suas informações privadas também não serão. Ative o protocolo de criptografia de acesso protegido do Wi-Fi (WPA2) ao configurá-lo e use um roteador que ofereça proteção de firewall sempre que possível. Altere também o nome de usuário e a senha predefinidos. Normalmente, você pode descobrir como fazer isso ao acessar o site do provedor e fazer uma pesquisa por “como alterar a senha do Wi-Fi”. Dependendo do gateway do Wi-Fi, talvez seja possível criar várias identidades de rede. Pense nos dispositivos que usa para fazer transações. Se fizer compras e serviços bancários online, você pode criar uma rede para os dispositivos que usa pra fazer essas transações e outra para dispositivos inteligentes, que podem ter mais vulnerabilidades.

2. Conheça seus dispositivos. Aprenda sobre os recursos de seus dispositivos inteligentes, já que nem todos eles podem ser interessantes para você. Por exemplo, algumas smart TVs podem ouvir conversas. Desative esses recursos conforme preferir, geralmente pelo menu Configurações. Além disso, modifique as configurações de privacidade e de segurança de acordo com suas necessidades e instale as atualizações quando receber notificações delas.

3. Instale software de segurança. O software de segurança na Internet pode não funcionar com todos os dispositivos inteligentes, mas funciona com a maioria: PC, Mac, smartphone e tablet. Muitas empresas de segurança de computador confiáveis criam softwares que podem proteger vários dispositivos, incluindo o smartphone. Mesmo quando a rede Wi-Fi é segura, ela não conseguirá protegê-lo dos tipos de malware que poderiam infectar os computadores. Use software de segurança e atualize para as versões mais recentes imediatamente, sempre que receber notificações. Essas atualizações são geralmente liberadas em resposta a importantes ameaças online, corrigidas pelas empresas de software por meio de patches.

4. Proteja seu smartphone. Não é preciso mencionar que você já deveria estar usando senhas fortes em todos os seus dispositivos. Mesmo assim, muitas pessoas (33%) ainda não usam senhas para bloquear seus smartphones de acordo com o Relatório de informações de segurança cibernética do Norton. Quase todos os dispositivos IoT são controlados por um aplicativo do smartphone; portanto, os telefones se tornaram pontos de entrada importantes para casas inteligentes e, no caso de travas inteligentes, eles acabam sendo as chaves de casas físicas. Imagine se seu smartphone não protegido por senha caísse nas mãos erradas e você não tivesse se desconectado do aplicativo que abre a porta da frente da sua casa. Por isso, nunca foi tão importante manter os smartphones seguros. Antes de comprar produtos ou instalar aplicativos, mesmo os que controlam sua casa conectada, leia a Política de Privacidade para ver quais tipos de dados o aplicativo acessará do seu smartphone, quais dados ele coletará e o que será feito com eles.

O futuro de sua casa conectada

Até alguém descobrir uma forma de controlar a segurança para todas as vulnerabilidades da sua casa conectada, você é quem tem que decidir o nível de inteligência da segurança de sua casa inteligente. No entanto, você não é o único que precisa tomar essas decisões. Em 2020, a  Gartner prevê que haverá 25 bilhões de dispositivos IoT em uso no mundo todo, e a maioria deles estará provavelmente em casa inteligentes. Assuma o controle da segurança de sua casa conectada o quanto antes para poder fazer escolhas inteligentes no futuro, quando adicionar dispositivos ao seu domínio inteligente.


Symantec Corporation, a empresa líder mundial em segurança cibernética, permite que organizações, governos e indivíduos protejam seus dados mais importantes, onde quer que eles estejam. Mais de 50 milhões de pessoas e famílias contam com a plataforma abrangente de segurança digital da LifeLock e o Norton da Symantec para ajudar a proteger suas informações pessoais, dispositivos, redes locais e identidades.

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